Amanda Nunes fala sobre combate contra Cris Cyborg: “Vai ser a maior luta da história do MMA feminino”


Amanda Nunes com cinturão

Amanda Nunes diz que sua categoria está parada – Foto: MMA Junkie

Parece que o duelo brasileiro entre Cris Cyborg e Amanda Nunes está cada vez mais perto de acontecer e no que depender da baiana está tudo certo. A campeã peso-galo (até 61kg) está em Boston (EUA) como convidada do UFC 220 que será realizado no próximo sábado (20) na cidade e falou sobre a possibilidade de encarar compatriota campeã peso-pena (até 66kg).

Em entrevista ao site do Combate, Amanda Nunes falou sobre novos desafios e que o fato da divisão dos galos estar parada fez com que a baiana desafiasse a campeã da divisão acima, Cris Cyborg e Amanda foi além, cogitou até uma descida para a divisão dos palhas (até 52kg).

“Se você olhar para minha categoria agora, está parada, não tem ninguém para ser minha desafiante. Eu estava pensando em descer para o 125 (libras, ou 52,2kg), a gente já tinha conversado bastante, eu e meus treinadores e a Nina (Ansaroff, sua mulher e companheira de treino), a gente havia tocado nesse assunto de fazer algo diferente no MMA feminino, fazer algo que ninguém tinha feito antes, e esse foi um grande passo, tentar descer. Aí conversei com minha nutricionista, olhei a dieta e… Acho que não quero passar por isso (risos) neste momento agora, quem sabe futuramente. Eu fiquei um pouco triste com a dieta. A gente fez outra reunião e o 145 (libras, ou 65,8kg) foi uma escolha da gente, porque não vou sofrer muito para bater o peso. Vou chegar bem, vou chegar forte, e isso que é o importante, estar bem e feliz no dia da luta”, disse Amanda Nunes.

Amanda Nunes disse que não tem “nada contra” Cris Cyborg, mas que o tamanho do desafio a motiva para encarar a compatriota e acredita que o confronto poder ser o maior da história do MMA feminino.

“Eu sou atleta, eu quero ser a melhor em todos os aspectos, eu treino para isso, acredito que a Cris também. Vai ser uma grande luta, vai ser a maior luta da história do MMA feminino: duas campeãs se enfrentando, brasileiras, não tem nada mau nisso. Acho que nós duas vamos sair ganhando e vamos fazer história. Eu tenho muito carinho pela Cris, mas isso é business: assinou contrato, lutou, depois a gente sai e toma uma cerveja juntas. Não tenho absolutamente nada contra ela”, disse.